Rapidamente todo efeito do álcool e a adrenalina do momento passou, como se tivesse tomado um banho de água fria que me trouxe de volta a realidade.
Leonardo ainda olhava para mim confuso e esperando uma resposta.
E naquele momento, todas as memórias dos tempos ruins que passei sozinha por culpa dele, voltaram.
A morte da minha que tinha saído por aquela cicatriz me deixando com o ventre e as mãos vazias. foi como voltar a aquele momento doloroso.
–Helena–
Leonardo me chamou e saí do meu transe voltando a olhar para ele, e Rapidamente baixei minha blusa e ele me deu espaço para sair de abaixo dele e me sentar na cama encarando o chão, mas ainda podia sentir o olhar pesado dele sobre mim.
–Helena, você tem um filho?– Leonardo voltou a perguntar.
Apertei minha blusa na parte onde estava a cicatriz sentindo meu peito doer mais ou ouvir ele perguntar aquilo, ignorando completamente a existência da filha que tivemos.
–Não. Eu não tenho um filho– respondi séria deixando um