Caí no chão com todo o meu corpo, a dor me fazia rolar sem parar.
No entanto, mesmo assim, Pedro não me deixou em paz. Ele ainda me deu um pontapé com força e falou com crueldade:
— Agora, vá correndo para o hospital pedir desculpas à Eunice!
Ele segurou meu pulso e me arrastou até a porta do quarto.
Marcas profundas de sangue deixaram vestígios vivos no chão, mas ele parecia não ver nada disso.
Lucas estava parado friamente na porta, e o olhar que lançou para mim estava cheio de decepção.
— Mam