Aquele sorriso lento, sombrio, de Damon. O sorriso que sempre anunciava alguma coisa suja.
Ele estendeu a mão para o lado e voltou com um frasco pequeno, dourado.
Mel.
Mel escuro, espesso, escorrendo.
— O que... o que você está... — Arfei, mas ele já despejava.
O xarope quente e dourado atingiu meus seios em rios lentos e pegajosos, escorrendo pelos mamilos, descendo pela curva da barriga, se acumulando no vale entre os peitos. O ar travou no peito. Minha boceta se contraiu. Meus mamilos latejar