— Beijei o ombro dela. Mordi seu pescoço. Passei a língua pela concha da orelha enquanto a respiração dela falhava de novo.
— Você é o que eu quero, gatinha — Murmurei, a voz baixa roçando a pele quente dela. — Não ela. Nunca ela. Aquilo era um contrato. Uma coleira humana enfiada na minha cama só porque eu não tinha companheira. Mas você...
Parei. O coração batia contra minhas costelas como se quisesse fugir dali. Meu pau latejava dentro dela. Aproximei mais o corpo, encostando os lábios na ore