O apartamento de Camille ainda carregava aquele ar de organização meticulosa que não era apenas estética, mas necessidade. Cada objeto estava posicionado com precisão, cada superfície limpa, cada detalhe pensado como se aquele espaço fosse mais do que um lugar para morar, como se fosse uma extensão direta do controle que ela se recusava a perder novamente. A luz natural atravessava as cortinas leves, desenhando sombras suaves no chão, enquanto o silêncio ali dentro não era vazio, mas carregado