—Ela tem um namorado! A minha mãe tem um namorado!
—O que há de tão terrível nisso, Daniele? —Do outro lado da mesa, Chiara tentava impedir que a linda camisa do filho se sujasse com a massa que ele tentava levar à boca sem deixar que a mãe o ajudasse; estava naquela fase em que acreditava ter autonomia suficiente para comer normalmente sem que a colher fosse parar em outro lugar do rosto. Às vezes funcionava, outras vezes não.
—Um namorado! É uma catástrofe! Você não pode imaginar tudo o que a