Gia
Na minha cama, choro a minha desgraça. Se ao menos eu tivesse ideia de...
Espera...
E se a fada puder me ajudar? Talvez ela saiba algo sobre a maldição de Gael e eu poderia apoiá-lo. Preciso saber, mesmo que busque a informação por minha conta. Porque, como poderei lutar contra algo que desconheço?
Fico pensativa, meditando sobre minhas opções, quando os golpes na porta interrompem o fio dos meus pensamentos.
«Gia, abre, por favor.» Ignoro os rogos desesperados de Gael e me agarro ao travesseiro enquanto aperto os olhos. Não quero ouvi-lo, pelo menos não hoje. Preciso que ele vá embora e me dê espaço para analisar toda essa confusão.
Gael continua insistindo, mas eu continuo a ignorá-lo. Passam alguns minutos e o silêncio volta a tomar o controle, embora eu saiba que ele está ali. Posso sentir seu cheiro e sentir sua presença.
Logo, minhas pálpebras ficam pesadas e meu corpo está tão exausto que meu cérebro decide descansar...
Os raios de sol são muito irritantes, então me movo de