Gia
O ar fresco acaricia meu rosto, trazendo uma sensação de alívio ao calor que açoita meu corpo. Já me banhei no rio várias vezes e essa ação não foi capaz de apagar esse fogo que só uma pessoa pode extinguir.
Observo a água que se mantém quieta, mas sua corrente é silenciosa e perigosa. Assim é essa paixão que me consome, devo dissimulá-la, fingir que nada acontece, mas por dentro morro de vontade dele. Eu preciso dele.
Os arbustos ao redor do rio são movidos pela presença de alguém. Meu cor