CAPÍTULO 57

POV: Massimo

O ar do hospital estava saturado com aquele cheiro estéril que me causava náuseas, mas eu não sairia do lado de Adrian até que tivesse respostas concretas. Já passava das treze horas. Matteo e eu estávamos no quarto, observando o peito do nosso irmão subir e descer de forma lenta e artificial. O silêncio era interrompido apenas pelo bipe constante do monitor cardíaco, um som que, embora irritante, era o único lembrete de que ele ainda estava conosco.


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