76. Amor paterno.
Caroline Hart.
Entrei em casa sentindo o peso de todos os dias ruins sobre meus ombros. O corredor parecia mais longo, o cheiro do lugar mais forte do que nunca. Cada passo doía — física e emocionalmente. As marcas nos pulsos ardiam. As lembranças, também.
Daiana largou tudo o que fazia na cozinha assim que me viu.
"Meu Deus, menina! Você tá machucada… Vem, senta aqui." Ela me apoiou até a cadeira, os olhos marejados de preocupação. "Vou preparar uma sopa, uma daquelas que curam qualquer coisa,