75. Nós dois
Meus pulsos ardiam sob a corda, mas minha cabeça doía mais.
“Por favor, bebê, fica bem. " Passei a mão na barriga ainda inexistente de leve."
O cheiro de gasolina e mofo quase me fazia vomitar. A cada respiração, sentia o gosto metálico do medo.
A porta rangeu e Zion entrou, arrogante, com aquele sorriso de quem acha que já venceu.
“Já acordou, princesa?”
“É, infelizmente. Não morri ainda para te dar sossego.”
Minha voz saiu mais firme do que eu esperava. Pensei na barriga, protegendo o bebê