08. Proximidade perigosa
Minhas mãos suavam frio. A proximidade entre nós estava me deixando tonta.
Saí daquele terraço com raiva.
O ar gelado do corredor não aliviava o calor que ele deixava no meu corpo.
Me recostei contra a parede de pedra, tentando controlar a respiração. Ele tinha me encurralado, quase como se estivesse marcando território. Mas por quê? Ele nem gostava de mim. Ou gostava?
A vibração do celular me despertou. Para minha surpresa, havia sinal ali.
Era Magie.
Atendi no segundo toque, a voz dela veio