Capítulo 34
O silêncio do templo era cortado apenas pelo crepitar do fogo da lareira e pela respiração irregular de Erik. Ele havia separado uma bacia com água morna e um pano limpo, os dedos trêmulos enquanto torcia o tecido e o passava delicadamente sobre o ferimento de Helena.
Cada gota de sangue que removia era uma lembrança brutal do que havia feito.
Ela estava desacordada, a febre ainda tingindo suas bochechas de um tom rosado. Seu corpo frágil se mexia levemente, o rosto sereno, como se