A clareira estava calma naquela manhã, o sol ainda mal despontando no horizonte, tingindo o céu com tons dourados e alaranjados. O ar estava fresco, com uma leve brisa que fazia as folhas das árvores dançarem suavemente. Lis estava em pé perto da fogueira central, os olhos fixos no fogo, mas sua mente distante. O artefato continuava a pulsar em sua mente, suas energias vibrando cada vez mais forte, mais intensamente, como se estivesse chamando-a. A sensação de estar sendo puxada para algo que e