Ponto de Vista da Maria
Xavier nem piscou diante da hostilidade na minha resposta à sua saudação.
Na verdade, seu sorriso pareceu se alargar ainda mais, e meus punhos cerrados tremeram sob o edredom onde os havia escondido.
Eu estava me controlando para não pular nele e socar aquele sorriso idiota do seu rosto, mas ao mesmo tempo, cada célula do meu corpo parecia estar extremamente consciente do outro homem no quarto.
Meu coração batia firmemente no peito, e arrepios se formavam por toda minha p