Narrado por Azara
Eu segui meu pai, mesmo que uma dor lancinante me dilacerasse por dentro, cada passo uma tortura silenciosa.
No começo, ele me levou para conhecer a cidade, e ela era linda, como se tivesse saído de um cartão postal. Eu tentei me convencer de que isso deveria me deixar feliz, mas as lágrimas já estavam presas na minha garganta, como se pudessem escapar a qualquer momento, um dilúvio de emoções reprimidas.
Meu pai, pela primeira vez, me tratava de forma fria. Pela primeira vez,