Pietro Cavallini
O calor de Dubai bateu no meu rosto assim que a porta do jato abriu, como se o próprio deserto estivesse me lembrando que ali não existia espaço para fraqueza.
O aeroporto parecia mais um palácio de vidro do que um lugar onde aviões pousam. Mármore polido, fontes silenciosas, gente andando de terno que provavelmente custava o salário de um ano de um arquiteto comum.
Lucas falava alguma coisa ao meu lado enquanto caminhávamos pelo saguão.
— Os engenheiros já estão na sala de reu