Fernanda Vasques
Sábado.
O dia do inferno.
Acordei mais cedo do que gostaria, tomei um banho demorado, sequei o cabelo, escolhi a roupa com ajuda da minha versão ansiosa e enchi a malinha de mão com uma combinação de roupas neutras, caso a sogra fosse do tipo que julga.
Quando terminei de fechar o zíper, respirei fundo e disse pra mim mesma:
— É só a mãe do babaca. Nada de mais.
Mentira.
Tudo de mais.
Porque Pietro Cavallini era o caos que me viciava.
E a mãe dele, oficialmente, seria a primeir