E lá se vai mais de uma hora encarando a maldita tela do computador — que decidiu, num surto de independência, se atualizar exatamente agora. Tento, mais uma vez, reiniciar o programa de monitoramento, mas ele continua irredutível, tão fechado quanto um cofre. Com um suspiro, acabo chamando o Matt para vir me resgatar. Já posso até prever o sorriso sacana que ele vai abrir quando me encontrar aqui, bufando e xingando a tecnologia.
Mesmo assim, há uma parte de mim que sente falta dessas implicân