A pele de Ryan desliza contra a minha, quente, úmida, como brasas vivas roçando sem piedade. Meus músculos se contraem, meu corpo inteiro vibra, e eu sei que estou perto. Tão perto que posso sentir a tensão se acumulando, prestes a explodir em algo devastador.
Ele percebe. Claro que percebe.
E então, desacelera.
Filho da puta.
Um gemido frustrado escapa dos meus lábios, seguido de um sussurro desordenado:
— Desgraçado...
Ryan solta uma risada baixa e maliciosa contra minha pele, sua respiração