Os olhos de Ana Beatriz arregalaram quando encarou meu rosto enfurecido. Ela recuou e tornou a caminhar para a porta. Levantei da cama e caminhei a passos largos, segurei seu braço direito e a puxei para mim.
— Never say goodbye to me. — Digo zangado, ela me fitou sem entender nada. Aspirei o ar com aparente frustração. — Nunca diga adeus para mim, Ana Beatriz, nunca.
— Por que está irritado? Pensei que fosse isso que você queria.
— Quero você aqui comigo.
— Não tenho vergonha em dizer que