A minha mãe se aproximou de mim, o olhar dela estava pesado, carregado de mágoa, e os olhos vermelhos denunciavam que ela havia chorado antes mesmo de chegarmos ali. Eu podia ver cada vestígio de dor, cada gesto contido, cada respiração trêmula que denunciava a indignação dela.
— Zoe. Vá para o seu quarto, deixa que eu resolvo isso.
Disse ela, tentando manter a voz firme, mas falhando.
— Não.
Respondi de imediato, sentindo o sangue ferver nas veias.
— Eu não vou para lugar nenhum. Eu quero sa