Fecho os olhos por um instante, permitindo que o vento fresco que entra pela janela aberta acaricie meu rosto. Ele sopra com uma leveza deliciosa, trazendo consigo um misto de liberdade e tranquilidade, como se quisesse me lembrar de que, por um momento, posso simplesmente sentir.
A velocidade constante do carro transforma o vento em um companheiro vivo, brincando com meu cabelo e despertando meus sentidos. É um sopro de vida, como se o mundo lá fora quisesse me envolver em sua energia vibrante