O TELEFONEMA QUE ELARA NÃO ESPERAVA OUVIR
A manhã passava tranquila no escritório envidraçado de Orhan, com a luz dourada filtrando pelas cortinas translúcidas e deixando tudo com aquele ar de reinício.
— Aquele seria o primeiro dia de Elara oficialmente como assistente dele — invisível, discreta, ocupando a mesa lateral que ficava dentro da sala do primo.
Ela digitava um relatório simples, ainda se acostumando à rotina, quando o celular de Orhan vibrou sobre a mesa.
— Com licença, prima — ele