Enquanto caminhava, segurando a mãozinha do filho, Anthony sentiu todos os sentimentos bons que poderia sentir.
Quando entrou no quarto pequeno do filho, viu todos os brinquedos dele ao redor do cômodo, na cama, no chão, nas prateleiras, na pequena mesa no canto.
— Olha, olha o que eu fiz. — ele apontou, orgulhoso da arrumação.
— Nossa, Tyler, isso ficou muito bonito. — afirmou. — Você fez tudo sozinho?
— Simmmm
— Impressionante. Olha, esses são os que você mais gosta não é? Por isso estão na frente. — apontou.
— Simm — sorriu. — Você me deu aqueles.
— Então, Tyler, vamos brincar com esses aqui e você me conta sobre você, tudo bem?
O menino acenou positivamente e foi na frente, sentou-se no chão e pegou um carro de bombeiro e o cachorrinho patrulheiro da mesma cor.
Anthony deixou que ele ditasse o ritmo da brincadeira. Sentou-se no chão sem se importar com o espaço apertado, cruzou as pernas de forma desajeitada e observou cada gesto do menino, como se estives