Cap.127
Ayel, sempre mais ousado, ergueu o queixo em desafio, sem se deixar abater pela aparência intimidadora.
— Filhos que não deveriam existir... A união que não foi determinada pelo destino. Tiveram a quem puxar para serem tão atrevidos. — A voz do homem era calma, mas carregava um peso que enchia todo o ambiente.
— Não pode nos intimidar. Nós somos poderosos. Aprendemos a aperfeiçoar o que herdamos. — Ayel retrucou.
— Eles não podem fazer nada contra nós. — reforçou, tentando encorajar os