Cap. 44: O que há de familiar nela?
O toque da compressa improvisada era suave contra a pele quente da testa de Maya, mas para Kan, era como se uma corrente elétrica sutil percorresse seus dedos. Seus olhos, inicialmente focados no hematoma que começava a surgir, desviaram-se involuntariamente para o rosto delicado à sua frente. As bochechas de Maya irradiavam um rubor intenso, uma tonalidade vívida que contrastava com a palidez do restante do rosto. Era uma reação inesperada, quase engraçada,