O silêncio depois da estabilização… não trouxe alívio completo.
Trouxe consciência.
Liora ainda estava ajoelhada, a respiração leve, mas profunda. O corpo sentia o esforço, mas não era cansaço físico.
Era algo mais complexo.
Como se cada parte dela estivesse tentando entender o que acabara de acontecer.
À sua frente, a criatura — ou o que agora se tornava algo além disso — permanecia imóvel, observando o próprio corpo como alguém que desperta pela primeira vez.
— Eu… existo — disse ele, lentame