O norte sempre foi silencioso.
Não o silêncio comum da floresta à noite.
Mas o silêncio que antecede algo que não deveria existir.
Liora sentiu antes de qualquer sinal físico.
Não era dor.
Não era medo.
Era reconhecimento.
Algo a chamava.
Não pelo nome que Kael conhecia.
Mas por outro.
Um nome antigo.
Um nome que não era falado há séculos.
Ela acordou antes do amanhecer, o corpo rígido, os olhos abertos no escuro.
Kael sentiu imediatamente.
— Você viu? — ele perguntou, ainda sem se mover.
— Não