Nas profundezas dos escombros do castelo de Luminária, onde o silêncio era interrompido apenas pelo ocasional gotejar da água e o ruído distante de criaturas noturnas, Severus, Valesca e Hércules repousavam. Ali, eles apenas cochilavam, pois o verdadeiro sono era um luxo que não podiam se permitir. A constante presença ameaçadora de Herlon, o ser maligno que partilhava seu espaço, mantinha-os em um estado de alerta permanente. Cada vez que Herlon entrava em um de seus transes, aproveitavam a op