– Belinda precisamos conversar. – a voz de Antony soou atrás da figura da mulher que estava parada em frente à janela olhando o sol que já brilhava logo de manhã. Os olhos inchados dela indicavam o choro da noite anterior, porém o silêncio e a maneira como se virava para Antony mostrava que não era a melhor hora para conversar.
– Pode ser em outro momento? – Belinda respondeu de maneira singela, pela primeira vez estava demonstrando fraqueza. Antes que pudesse caminhar em direção ao banheiro o