DAVINA
A rua estava silenciosa, envolta pela luz fria do sol da manhã. O vento passava por nós como um sussurro espectral, mas eu não sentia nada além do calor do corpo de Pryia contra o meu. Meus braços a apertavam com força, como se quisessem fundi-la a mim, como se eu pudesse mantê-la segura apenas com o toque. Meu peito subia e descia em soluços descontrolados, e cada lágrima quente que escorria pelo meu rosto era um agradecimento mudo a Deus por tê-la de volta.
— Eu achei que nunca mais ia