DAVINA
A moto rugiu na noite enquanto Gutemberg me levava para casa. Meu coração batia acelerado, mas, desta vez, não era só pela adrenalina. Eu amava estar na garupa, sentir o vento contra o rosto, o calor dele tão próximo. Poder abraçá-lo por trás.
E isso era um problema.
Porque eu estava sentindo coisas por três caras diferentes.
Quatro, se eu contasse Meia-noite. Mas era um não enorme para isso.
Quando finalmente paramos em frente à minha casa, desci, ainda sentindo o frio da ausência do co