DAVINA
Deixei o banheiro com a toalha pendurada no ombro, secando meu cabelo molhado. Ainda estava processando as palavras de Timmy quando parei de repente no corredor. Apertei os olhos, tentando entender se estava imaginando coisas. Talvez fosse minha mãe, ou minha avó. Mas não.
Eu parei na porta da sala, e lá estava ele. Gutemberg.
Ele estava sentado confortavelmente no sofá, como se fosse dono da casa. Uma perna cruzada casualmente sobre o joelho, as mãos apoiadas nos braços do móvel. Ele usa