DAVINA
—Você não deveria está aqui! — Gutemberg falou, o maxilar trancado e a voz mortal, o tipo de tom que faz a nuca arrepiar.
Eu pisquei, completamente desnorteada. Não o via fazia um mês, e agora ele estava ali, na porta de Meia-noite, parecendo mais carrancudo e ameaçador do que nunca.
— Eu… — as palavras simplesmente desapareceram da minha boca. — Eu só… trouxe um bolo.
Ótimo, Davina. Isso definitivamente vai deixar as coisas menos estranhas.
Gutemberg arqueou uma sobrancelha, mas antes qu