— Parado aí! — Ele solta um berro autoritário e um grito feminino faz um eco pela casa imediatamente. Resolvo acender a luz e surpreendentemente encontro a minha cunhada parada bem no centro da sala pálida e trêmula.
— E-Erick?! — Ela gagueja.
— Valéria? Mas, o que você está fazendo aqui? — interrogo-a. A mulher respira fundo e balbucia algumas vezes até soltar um:
— Ah, meu Deus, que susto! — Ela abre um sorriso trêmulo. — E-eu só precisava pegar algo que havia me esquecido. — Imediatamente me