Damian Cavallari sempre acreditou que controlar era manter distância.
Mas naquela noite, ao encará-la em silêncio, ele entendeu a verdade que nunca ousou admitir: às vezes, a forma mais sofisticada de domínio não está em tomar, está em permanecer.
Elena ainda não sabia, mas aquela seria a noite em que Damian Cavallari provaria que desejo e cuidado não precisavam ser opostos.
Com um movimento lento, quase cerimonioso, Damian desfez o nó do robe que a envolvia, abrindo-o o suficiente para revelar a camisola fina que mal escondia a pele por baixo. Não havia pressa no gesto. Era como se ele estivesse pedindo permissão ao corpo dela em vez de tomá-la.
Os dedos dele começaram a percorrer sua cintura em toques leves, ritmados, subindo devagar pelas laterais do corpo, explorando cada curva com uma concentração silenciosa que fez Elena fechar os olhos e inspirar fundo. A seda da camisola escorria sob as mãos dele, e o corpo dela respondeu de imediato, arrepiando-se inteiro ao menor contato.
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