― Angeline... ― uma voz ecoou no fundo da minha mente, arranhando minha consciência.
Não! Não! Não! Não!
― ANGELINE! ― chamou-me novamente, mais alto desta vez. Meu corpo balançou como se o chão estivesse se movendo sob meus pés. ― ACORDA!
O grito foi como um rompante, e despertei ofegante, como se tivesse sido sugada para fora de outra dimensão.
Já era dia.
― Até que enfim. ― Eve exclamou em um sopro de voz, sua expressão um misto de alívio e exasperação.
― Que horas são? ― perguntei, me