“Diego”
Meu primeiro impulso foi abraçar Ana, do mesmo jeito que fiz quando ela chorava. Enquanto a ouvia narrar um pedaço da própria história, tudo em que eu conseguia pensar era em envolvê-la nos meus braços. Mas me controlei. Não movi um único músculo.
Eu não podia ultrapassar aquela linha. Tinha jurado a mim mesmo que a filha de Omar estava fora de qualquer alcance.
Não importava se ela fosse inocente de tudo aquilo que eu jurava que era culpada. Não importava se também fosse uma vítima de