sede da Die

Mary

Vlad arrancou o carro, os pneus cantando contra o asfalto molhado. A cidade passava como um borrão, luzes piscando ao longe, e o som abafado da chuva batendo no para-brisa mal conseguia distrair o silêncio tenso entre nós. Não era o silêncio de desconforto, mas aquele tipo de silêncio que precede a tempestade, onde ambos sabíamos o que precisava ser feito e as palavras eram desnecessárias.

"Ele vai saber que estamos chegando", disse Vlad, sem tirar os olhos da estrada, seus dedos apertando
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