VERA
Dessa vez, eu me lancei em uma jogada arriscada, mas quem não arrisca, não petisca. Ter o Vlad ao meu lado deve significar algo, então eu precisava fazer isso valer a pena.
“Vlad, eu não quero perder nosso filho,” murmuro, a dor na minha barriga é insuportável. Entre gemidos, agarro a mão dele com força, minha respiração se torna um grito desesperado. “Ai, ai, Vlad, está doendo muito!”
“Senhora, já estamos chegando,” ouço a voz irritante e imbecil da para-médica, quase como um eco distante