Vlad
Sebastian tem que morrer
“Amor,” minha voz soa grave e carregada de um desejo sombrio que mal consigo controlar.
“Não lhe disse antes, mas Sebastian está no galpão. E dessa vez, ele morre.”
Mary se vira para mim, seus olhos brilhando com uma intensidade cruel e sombria. Posso sentir a energia fria que emana dela, uma chama gélida que ressoa com a minha própria natureza. Ela se aproxima de mim, e seu olhar, afiado, se fixa em mim com uma intensidade que é quase hipnótica.
“Deixa eu cuidar d