ISABELLE WAVERLY-WALKER
Foi no meio da madrugada que eu acordei com o estômago
revirando. Não era a primeira vez, provavelmente nem seria a
última. Era o meu bebê.
Ainda era estranho pensar nisso, porque não havia nenhum
sinal dele. Nem um resquício de barriga, nenhum chute, nada além
daqueles enjoos e as vertigens. Eu sentia também um pouco mais
de sono, mas não tanto ao ponto de culpar os hormônios.
Eu não tinha sequer um exame de sangue para comprovar.
Só aquele bastãozinho que ainda estava