Era uma manhã qualquer.
Eu fui trabalhar na empresa como de costume. Assim que cheguei ao térreo do prédio comercial, eu vi Álvaro.
Ele estava agachado sob a árvore na beira da rua.
Ele vestia um sobretudo preto simples. O seu cabelo estava bagunçado e o queixo coberto por uma barba rala. Ele estava de olhos fechados, com olheiras profundas e escuras.
Eu passei direto por ele.
Eu pisei em uma folha seca. O barulho fez Álvaro acordar assustado.
Os olhos dele ainda estavam pesados de sono. Ao me v