Eliz
Acordei no meu quarto, ainda suja e enrolada no lençol que Adam havia me coberto. Minha intimidade doía e estava suja. Levantei com esforço e fui direto ao banheiro; tentei esfregar a pele o máximo que pude, mas o cheiro dele já se entranhara em mim.
Saí à procura de Adam e o encontrei na enfermaria, ao lado do meu pai. Minha mãe e a curandeira corriam pegando medicamentos. Senti quando Kane chegou perto e me sobressaltei.
— Sou eu, Eliz — ele disse, dando um passo atrás; os olhos tentavam