Em frente ao hospital, do outro lado da rua, estava estacionado um Maybach preto.
A janela do motorista estava abaixada um pouco.
Uma mão segurando um cigarro, estava casualmente apoiada na borda da janela.
A mão era longa e pálida, destacando o vermelho ardente do cigarro.
O vento levava metade do cigarro, e ele fumava a outra metade.
O cigarro, no vento, acendia e apagava, como suas emoções, provocadas e depois reprimidas pela razão, repetidamente...
O rosto sombrio do Mateus estava escondido