Capítulo 16

Clara Tommaso

Após devorar quase a caixa toda do bombom, guardo os presentes no quarto de Marco, onde durmo atualmente, desço a escada e sou capturada pelo olhar pervertido de Magno. Assim que paro em sua frente, um sorriso ousado se faz em seus lábios, e uma pergunta pretensiosa sai de sua boca:

— Piccolina, sempre tão linda, me acompanha para uma taça de vinho?

— Para que tente me beijar novamente? Não sou fácil, Magno, estou de saída.

— Clara, Clara, sou o irmão que mais combina com você.
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