Clara Tommaso
Após devorar quase a caixa toda do bombom, guardo os presentes no quarto de Marco, onde durmo atualmente, desço a escada e sou capturada pelo olhar pervertido de Magno. Assim que paro em sua frente, um sorriso ousado se faz em seus lábios, e uma pergunta pretensiosa sai de sua boca:
— Piccolina, sempre tão linda, me acompanha para uma taça de vinho?
— Para que tente me beijar novamente? Não sou fácil, Magno, estou de saída.
— Clara, Clara, sou o irmão que mais combina com você.