O chão parece desaparecer sob seus pés, e uma dor avassaladora a envolve, esmagando-a. Hazel sente as lágrimas queimarem em seus olhos, mas está paralisada, incapaz de processar a realidade cruel que lhe foi imposta. Cada segundo é um tormento, uma luta para respirar, enquanto a verdade a consome.
Ela fecha os olhos e começa a se debater na poltrona, tentando afastar aquelas palavras que acabou de ouvir, como se pudesse apagá-las de sua mente.
— Não, não, não! — Vocifera, sentindo braços fortes