GEOVANE
Entrei no quarto onde ela estava, deitada, pálida, os seus lindos cabelos ruivos espalhados no travesseiro, a minha linda.
Fiquei sentado ao lado dela, segurando a sua mão.
O celular que dona Rosa havia colocado no meu bolso, não parava de receber mensagens, sei que era errado, mas vai que era a família dela preocupada.
Sim, era a família, mas nada preocupada.
O celular não tinha senha, com isso abri fácil numa conversa, na verdade, mensagens de ofensas:
"Eleonor, aceita que doí menos q