Cristina
Ao sair do edifício, Cillian estava de pé ao lado do carro.
— Senti saudade — disse, antes de selar os seus lábios rapidamente.
Ele abriu a porta para mim e eu entrei. Logo que saímos pela rua, apanhou a minha mão, entrelaçando os nossos dedos.
— Para onde vamos? — perguntei.
— Para minha casa. — Olhou para mim, com um lindo sorriso.
Gostei disso. A sua casa deve ser um ambiente seguro. Não é?
Cillian entrou no estacionamento subterrâneo de um imenso prédio no Upper East Side. E